6 funcionalidades que um sistema de gestão de agronegócio deve ter

  • O agronegócio é hoje o setor mais pujante do Brasil, mesmo com a situação econômica de retração que o País vive neste momento. Para se ter uma ideia, um levantamento feito pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) apontou que, somente em 2015, os negócios do campo representaram 25% do produto interno bruto (PIB). E há perspectivas de um crescimento entre 1,5% e 2,2% até o final de 2016.Nesse sentido, o que cada vez mais empresários do agronegócio vêm percebendo é que a competitividade de seus negócios está muito ligada com a boa utilização da tecnologia para melhorar processos administrativos e operacionais, otimizar logística, melhorar a produtividade e, assim, potencializar os resultados de toda a cadeia produtiva.

Uma dúvida frequente costuma ser a respeito de quais funcionalidades um bom sistema de gestão de agronegócio deve ter para trazer bons resultados. E é sobre isso que conversaremos neste artigo.

As funcionalidades de um sistema dizem respeito aos processos que podem ser digitalizados dentro da solução. Quanto mais aderente o sistema for ao tipo de negócio, melhores funcionalidades ele terá para suprir o dia a dia operacional e administrativo.

Confira, a seguir, algumas das ações obrigatórias que um bom sistema de gestão de agronegócio deve proporcionar:

1. Controle de cadeia produtiva

Todas as etapas da cadeia produtiva devem ser contempladas dentro do sistema. Nele, o produtor deve conseguir imputar os dados sobre o plantio e a colheita, por exemplo, para que tudo seja acompanhado desde o início até o envio para o cliente final.

Isso faz com que o negócio se torne mais inteligente e que as informações do sistema ajudem a empresa a melhorar cada vez mais seus processos, ganhando competitividade.

2. Controle de estoques

Um bom controle de estoques é fundamental, pois assim o negócio consegue mensurar o que tem disponível, o que precisa ser produzido ou adquirido, sempre na medida certa para que os investimentos não sejam prejudicados.

O sistema deve contemplar todas as particularidades de armazenamento, alertar automaticamente a falta ou o excesso de insumos, entre outras funcionalidades.

3. Rastreabilidade

Mais do que nunca, tanto por questões legais quanto por controle de qualidade, a rastreabilidade é uma palavra que faz parte do dia a dia do agronegócio.

No sistema, o empresário do campo precisa conseguir incluir dados sobre produtos, serviços etc. E isso deve ajudá-lo a rastrear mercadorias e saber exatamente com quais lotes de matéria-prima está lidando, por exemplo.

4. Precificação

Na hora de precificar produtos e serviços do campo, uma série de fatores devem ser considerados. É aí que uma solução integrada é muito útil, pois o sistema busca dados de outras áreas da empresa para calcular custos, margens de lucro etc.

5. Contratos de compra e venda

O relacionamento com inúmeros fornecedores e clientes também deve ser cada vez mais inteligente, especialmente no que diz respeito aos contratos. Geri-los no papel, de forma manual,  não é uma boa escolha.

O sistema deve fornecer mecanismos tanto para a criação quanto para a administração destes contratos. Digitalizados, estes documentos podem ser acessados pelas pessoas autorizadas a qualquer momento e em qualquer lugar, facilitando assim as negociações, entre outros fatores.

6. Indicadores gerenciais

Atualmente, os executivos precisam decidir sobre fechamentos de negócios e investimentos de forma ágil e segura. Um bom sistema de gestão de agronegócio também deve oferecer aos gestores os dados necessários para as tomadas de decisão. Dessa forma, oferecerá relatórios gerados de forma automatizada, com fidedignidade de informações, previsibilidade, e com um panorama completo do que é preciso analisar.

Além desses seis pontos principais, vale lembrar que  existem outras funcionalidades que também podem completar um bom sistema de gestão de agronegócio. Outra dica é ter em mente que ele deve abranger mais do que os controles operacionais, deve trazer inteligência de negócio aos gestores, facilitar o planejamento em médio e longo prazo e potencializar os resultados por meio de informações precisas, confiáveis e seguras.

Sua empresa já conta com um bom sistema de gestão de agronegócio? Deixe seu comentário.
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Sergio Valerio
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