fbpx

O que os maiores especialistas do mercado de TI preveem como tendências para os próximos anos?

Participei no mês de outubro de um dos maiores eventos de tecnologia do mundo, representando a ITS Group. Foi no Gartner Symposium/ITxpo 2018, realizado em Orlando, na Flórida, encontro que reuniu executivos de empresas do planeta inteiro e especialistas em tecnologia e inovação. Segundo os dados oficiais, mais de 9 mil pessoas estiveram no simpósio.

Esse é um encontro anual que possibilita aos participantes conhecerem e explorarem as tendências relacionadas à transformação digital e à revolução tecnológica presenciada não somente no universo da TI, mas no mercado como um todo.

Algumas das palestras e painéis do simpósio destacaram a importância de as organizações estruturarem seus processos internos e organogramas para, verdadeiramente, se inserirem na cultura digital. Pude constatar, ao acompanhar os cases apresentados no evento, que, em países mais desenvolvidos, como os Estados Unidos, a maturidade das empresas quanto à transformação está bem mais avançada se comparada ao Brasil, por exemplo. Aqui, a nossa maior dificuldade não é o desconhecimento das tecnologias, mas sim criar uma estratégia que utilize, de modo ordenado, todas as facilidades oferecidas pelas ferramentas digitais. Isso hoje é uma obrigação, pois o mercado competitivo exige essa evolução.

 

Tecnologias

Em relação às tendências faladas no simpósio, algumas me chamaram a atenção, pois estão ligadas, direta ou indiretamente, às plataformas de negócios inovadoras que disponibilizamos aos nossos clientes:

 

1 – Análise de dados avançada

Segundo pesquisas apresentadas no simpósio, até 2020 o número de cientistas de dados cidadão crescerá cinco vezes mais rápido que o número de cientistas especialistas em dados. Isso porque as organizações precisarão analisar com maior profundidade o seu público-alvo.

 

2 – Desenvolvimento orientado por Inteligência Artificial

A previsão é de que, em até três anos, pelo menos 40% dos novos projetos de aplicativos terão desenvolvedores de inteligência artificial em suas equipes. Atualmente, a AI já começa a ganhar espaço nas instituições em atividades como serviços e infraestrutura, entre outras.

 

3 – Experiência imersiva

Até 2022, 70% das empresas usarão experiências imersivas para consumo e uso corporativo, e 25% serão implantados na produção. Realidade aumentada e virtual, por exemplo, são aplicações que progridem exponencialmente em rotinas comerciais e industriais.

 

4 – Blockchain

Essa tecnologia, que atua a partir de uma cadeia de blocos interligados que carregam e registram conteúdos de um lugar a outro, vai criar US$ 3,1 trilhões em valor de negócios até 2030. A blockchain facilitará a automatização e integração de processos financeiros ou não financeiros.

 

5 – Ética e Privacidade Digital

As novas legislações sobre segurança da informação deverão exigir das empresas maiores cuidados com a proteção de dados. Nesse cenário, tecnologias avançadas e técnicas que vão desde reconhecimento facial até DNA têm a tarefa de garantir a privacidade.

 

Pessoas em ambientes inteligentes

Este é o ponto que acredito ser o mais destacado no simpósio. Desde o primeiro dia, os palestrantes ressaltaram como maior desafio a própria estrutura das companhias quanto à cultura digital. Muitas não estão preparadas para um modelo flexível, em que a inovação tem espaço suficiente para poder prosperar. O novo contexto requer priorizar as pessoas na estratégia de transformação digital. A ferramenta ou aplicação, seja qual for – IA, machine learning, blockchain, internet das coisas –, está disponível. O que precisa ser feito é sistematizar as rotinas internas dentro do padrão digital e usar os recursos em prol dos negócios. E essa cultura não deve estar restrita a uma só área, processo ou colaborador, e sim em toda a companhia e a partir das lideranças.

Somado a isso, as organizações precisam ser mais flexíveis, estruturando sua gestão a fim de priorizar uma rede colaborativa em substituição aos modelos tradicionais baseados em hierarquias. Com maior liberdade, autonomia e flexibilidade, as equipes se tornam mais criativas, inovadoras e ágeis na execução de projetos internos ou externos.

 

Para finalizar, considerando todas as informações obtidas durante o Gartner Symposium/ITxpo 2018, reforço que a ITS Group está alinhada às mais novas tendências tecnológicas e de gestão em TI. Nosso poder de inovação, flexibilidade, agilidade e aprendizado contínuo nos permite prestar os melhores serviços aos nossos clientes.



Deixe uma resposta